O Tribunal de Justiça do Acre concluiu na semana passada a Oficina de Simplificação dos Fluxos de Trabalho das Unidades Judiciárias, que em sua última fase envolveu 19 Juízes das Varas Cíveis e 16 Criminais de todo o Estado. Na ocasião, foram apresentadas aos magistrados as novas propostas de fluxos construídas pelos escrivães de cada área.
Após essa etapa, as unidades judiciárias iniciaram nesta semana a implantação dos novos fluxos. Nesse sentido, o TJAC irá cumprir a Meta 5 instituída pelo Poder Judiciário Nacional, que determina a implantação de um método de gerenciamento de rotinas (gestão de processos de trabalho) em pelo menos 50% das unidades judiciárias de 1º grau, até o término de 2010. O objetivo principal é simplificar o fluxo do processo comum ordinário, da petição inicial à sentença e implantá-lo após validação.
A oficina, coordenada pelo Núcleo de Estatística e Gestão Estratégica (NEGEST), aconteceu na sede do SEST/SENAT, em Rio Branco, em 4 blocos: no primeiro, realizado entre os dias 8 e 10 deste mês, estiveram reunidos 27 escrivães criminais; no segundo, entre os dias 16 e 18, os 20 escrivães cíveis. No terceiro, os juízes das Varas Criminais, na quinta-feira (25). Já na sexta-feira (26), foi a vez dos magistrados que atuam nas Varas Cíveis.
O encerramento dos trabalhos foi acompanhado pelo Presidente e Vice-Presidente do TJAC, desembargadores Pedro Ranzi e Adair Longuini. “Agora vejo a comprovação inicial de minhas palavras no início desta gestão, quando disse que, juntos, seríamos uma grande equipe. Congratulo-me com todos vocês (magistrados e servidores), porque hoje é uma data histórica – em que estamos dando um grande passo, com essa padronização de nossa rotina de produção e novos fluxos -, na melhoria da qualidade dos nossos serviços e na busca constante da eficiência e celeridade”, considerou o Desembargador-Presidente Pedro Ranzi.
Durante as atividades, os atuais métodos de trabalho foram analisados, à proporção que foram discutidas sugestões para o aperfeiçoamento e unificação dos fluxos. Dessa forma, foi possível construir novas diretrizes a serem implementadas nas unidades judiciárias de todo o Estado. Após esse procedimento de padronização, os fluxos serão objeto de manuais cartorários a serem disponibilizados pela Corregedoria Geral da Justiça.
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